segunda-feira, 2 de novembro de 2015

Núcleo Etnico Racial E.E Jardim Wilma Flor (em construção)

  Mais informações em Nucléo Etnico Racial EE Jardim Wilma Flor
Ao longo dos anos, buscou-se dentro de um processo complexo que é o educacional, a mudança de comportamento quanto à análise e contextualização da História do Brasil. Dentro de um panorama geral, verifica-se que elementos básicos de sua formação foram excluídos do eixo central.

A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, em seu artigo 3º parágrafo III, estabeleceu o pluralismo de idéias e de concepções pedagógicas. Já o artigo 9º, a União incumbir-se-á, no parágrafo I – elaborar o Plano Nacional de Educação, em colaboração com os Estados, o Distrito Federal e os municípios. Em seu parágrafo V, propõe coletar, analisar e disseminar informações sobre Educação.

Quanto aos municípios, uma de suas funções no Artigo 12º, parágrafo III, seria de elaborar e executar sua proposta pedagógica em sintonia com o Estado e Governo Federal.

Papel fundamental se deu aos docentes que teriam por principal objetivo conforme artigo 13º, parágrafo III a de zelar pela aprendizagem dos alunos. Em seu artigo 14º, parágrafo I, a de sua participação do projeto pedagógico da escola.

Em seu artigo 26 - estabelece que “os currículos do ensino fundamental e médio devem ter uma base nacional comum, a ser complementada em cada sistema de ensino e estabelecimento escolar, por uma parte diversificada, exigida pelas características regionais e locais da sociedade, da cultura, da economia e da clientela.” No parágrafo 1º - os currículos a que se refere o caput devem abranger, obrigatoriamente, o estudo da Língua Portuguesa e da Matemática, o conhecimento do mundo físico e natural e da realidade social e Política, especialmente do Brasil.

No parágrafo 4º - O ensino de História do Brasil levará em conta as contribuições das diferentes culturas e etnias para a formação do povo brasileiro, especialmente das matrizes indígena, africana e européia.

Nossa núcleo Étnico racial analisará a prevalência da cultura européia, já que culmina num processo de permanência de valores de uma cultura dominante, que se julga superior às demais, no aprendizado nacional.

O núcleo étnico racial procurará propor discussões no âmbito da EE Jardim Wilma Flor no que diz respeito a esta atitude que culmina na permanência de um modelo único.

Terá como objetivo principal avaliar o processo de implementação da temática em nossa Unidade Escolar EE Jardim Wilma Flor com vistas a pensar um modelo mais amplo que possa contemplar praticas de ensino a parti de discussões com o núcleo, quanto a Lei 10.639/03 e 11.645, de 10 de março de 2008, fazendo com que nossa unidade incluam nas disciplinas básicas elementos da História Indígena e africana, que interferiram na formação da sociedade nacional, resgatando as suas contribuições nas áreas social, econômica e política.

O núcleo Étnico racial utilizará a lei 11.645, de 10 de março de 2008 que alterou a lei nº 9394, de 20 de dezembro 1996, modificada pela lei nº 10.639, de 2003, e estabeleceu as diretrizes e bases da educação nacional para incluir no currículo oficial da rede de ensino a obrigatoriedade da temática “História e Cultura-Afro-brasileira e indígena”. Artigo 1º - O artigo 26-A da lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996, passou a vigorar com a seguinte redação: Artigo 26A – Nos estabelecimentos de ensino fundamental e de ensino médio, públicos e privados, tornando obrigatório o estudo da história e cultura afro-brasileira e indígena.

1º - O conteúdo programático, a que se referiu este artigo, inclui diversos aspectos da história e da cultura, que caracterizam a formação da população brasileira, a partir desses dois grupos étnicos, tais como o estudo da história da África e dos africanos, a luta dos negros e dos povos indígenas no Brasil, a cultura negra e indígena brasileira e o negro e o índio na formação da sociedade nacional, resgatando as suas contribuições nas áreas social, econômica e política, pertinentes na historia do Brasil.

2º - “Os conteúdos referentes a história e cultura afro-brasileira e dos povos indígenas brasileiros serão ministrados no âmbito de todo o currículo escolar em especial nas áreas de educação artística e de literatura e história brasileiras.” (NR), essa lei entrou em vigor com suas alterações, em 10 de março de 2008.

Nosso núcleo buscará realizar uma compreensão da realidade psicossocial na EE Jardim Wilma Flor no que diz respeito a questão indígena e Afro-brasileira seus significados nos discursos de estudantes, professores e gestores da instituição de ensino. Tem-se a perspectiva de introdução de um modelo novo de aprendizado, já que a lei em vigor busca uma maior sintonia com a realidade dos povos indígenas e dos descendentes de africanos do Brasil.

OBJETIVOS

Nosso Núcleo Étnico Racial Interclasses, Interdisciplinar e Interetnico terá como objetivo principal investigar o processo de construção de um dispositivo que torne viável a implementação da lei 10.639/03 e 11.645, de 10 de março de 2008, na EE Jardim Wilma Flor, discutindo, refletindo, avaliando e principalmente aplicando conceitos articulando de maneira interdisciplinar estudos contemporâneos das Disciplinas de Historia e Sociologia em torno da temática indígena e afro-brasileira em questão, com questões oriundas das práticas de ensino e da antropologia com longo percurso sobre o tema no Brasil.
Nosso núcleo irá propor um plano de atividades para sua implementação já que será um núcleo que pensara a implementação da lei em questão.

O Desembarque no Rio de Janeiro - 1808, A Corte no Brasil - Globo News


Hugo Chaves e Simon Bolivar e a Liberdade da America Espanhola


                                                                  Hugo Chavèz

Independencia do Haiti

                                                

Alguns Conflitos e Globalização


                                                  Conflitos entre Israel X Palestina
                                                          Guerra do Yom Kippur
                                                                  Primavera Árabe
                                                                 Guerra do Vietnã
                                                           A Menina Sobrevive
                                                       Globalização e Neoliberalismo
Neoliberalismo 


domingo, 1 de novembro de 2015

Construindo um Império: Grã-Bretanha



Diversidade Religiosa


Os carolingios



Ética Profissional e Vida pessoal


O que é ética?



Cuidado com o que você posta na Internet e nas redes sociais em geral como facebook orkut etc.


Vítimas de bullying (Bully) (Zangief Kid) - 27/03


O Perigo das Redes Sociais - The Dangers Of Social Media (Legendado)


Waking life

Waking Life é uma obra de arte sobre o sentido da vida e a relação entre sonhos e a vida desperta - tradução apropriada para seu título. Em Waking Life encontramos um jovem preso em um sonho em que todas as pessoas conversam sobre o sentido da vida, as relações entre as pessoas e a natureza da realidade.

Cada cena tem o traço de animadores diferentes, uma vez que foi usada a técnica da rotoscopia - desenhar sobre imagens preexistentes - como estética do filme. Os atores estiveram lá e foram filmados em miniDV, mas ganham cores, traços e deformações típicas de desenhos animados caseiros.

Além de uma sensação quase alucinógena causada pelo movimento e pelas cores do desenho, todo o texto do filme contribui para sua conclusão final - não é o que está acontecendo que importa, mas como. Não é o destino, mas a viagem.
 

terça-feira, 22 de setembro de 2015

A História das coisas


GUERRA FRIA - URSS X EUA


A História da Segunda Guerra Mundial - 2 Frentes De Batalhas Definidas


A esquecida mitologia brasileira (TEXTO ADAPTADO)

Texto original em http://www.curtoecurioso.com/2015/04/voce-conhece-os-seus-deuses-esquecida.html



A esquecida mitologia brasileira

Jeová, Thor, Zeus, Hórus, Júpiter... Você provavelmente já ouviu falar em todos eles. Mas alguma vez na vida você já parou pra pensar sobre os deuses das culturas nativas do Brasil? Ao que parece, nossa herança cultural nativa é sempre sub-julgada pelas culturas estrangeiras... Agora você terá a chance de conhecer um pouco da rica cultura dos nativos brasileiros, e de algumas das mais importantes divindades: os deuses dos índios do Brasil.
Nhanderuvuçu: Conhecido também como Nhamandú, Yamandú ou Nhandejara, é considerado como o deus supremo da mitologia tupi-guarani. Nhanderuvuçu não tem uma forma antropomórfica, pois é a energia que existe, sempre existiu e existirá para sempre, portanto Nhanderuvuçú existe antes mesmo de existir o Universo. No princípio ele destruiu tudo que existia e depois criou a alma, que na língua tupi-guarani se chama "Anhang" ou "añã"; "gwea" significa velho(a); portanto anhangüera "añã'gwea" significa alma antiga. Nhanderuvuçú criou as duas almas e, das duas almas (+) e (-) surgiu "anhandeci" a matéria. Depois ele desejou lagos, neblina, cerração e rios. Para tudo isso, ele criou Iara, a deusa dos lagos. Depois criou Tupã que é quem controla o clima, o tempo e o vento, Tupã manifesta-se com os raios, trovões, relâmpagos, ventos e tempestades, é Tupã quem empurra as nuvens pelo céu. Nhanderuvuçú criou também Caaporã (Caipora) o protetor das matas por si só nascidas, e protetor dos animais que vivem nas florestas, nos campos, nos rios, nos oceanos, enfim o protetor de todos os seres vivos. Iara Deusa das águas, também conhecida como Uiara, ela é vista como uma linda sereia que vive nas profundezas do rio Amazonas, de pele parda, cabelos verdes longos e olhos castanhos. Abaçai: É o deus da guerra, um tipo de 'Áries' ou 'Marte' dos nativos. É o espírito guerreiro que se apossa do índio que se prepara para batalhas sangrentas. Por isso, dizem que aqueles preparados para a guera estão "abaçaiados". Angra: A deusa do fogo da mitologia tupi-guarani. Andurá: Uma árvore fantástica e surreal, que a noite se inflama subitamente, se parecendo bastante com a forma através da qual o deus judaico-cristão se comunica com seus profetas. Chandoré: Deus da mitologia tupi-guarani. Segundo a lenda, teria sido enviado para matar o índio malvado Pirarucu, que desafiou Tupã, mas fracassou, pois Pirarucu se jogou no rio. Como castigo o índio transformou-se em um peixe, que leva o seu nome. Sumé: Também conhecido como Zumé, Pay Sumé ou Tumé, entre outros nomes, é a denominação de uma antiga entidade da mitologia dos povos tupis do Brasil cuja descrição variava de tribo para tribo. Tal entidade teria estado entre os índios antes da chegada dos portugueses, e transmitido uma série de conhecimentos como a agricultura, fogo e organização social, e seria uma espécie de deus das leis e das regras. Era visto com cabelos amarelos, voava por todo lugar, e inclusive mergulhava sob as águas do mar, até quando desapareceu. Sumé deixou dois filhos, Tamandaré e Ariconte, que eram muito diferentes e odiavam um o outro. Rudá: O deus do amor, que vive nas nuvens. Seu trabalho é o de despertar o amor no coração das mulheres. Equivalente a deusa Hathor da mitologia egípcia, Vênus da mitologia romana, e Afrodite da grega. Tupã: Seria um tipo de líder na mitologia tupinambá, senhor dos trovões e tempestades. Em analogia simples, poderia ser comparado ao deus grego Zeus, ou mesmo ao deus nórdico Thor, pois ele compartilha a mesma explicação comum nos deuses dos povos antigos para os relâmpagos. Tupã também tem a característica da onipresença, que é muito comum nas religiões cristãs, judaica e islâmica. Os jesuítas, na época da colonização, difundiram uma opinião errônea de que o trovão em sí seria um deus indígena, sendo que na verdade, ele é apenas a maneira utilizada por Tupã para se expressar. Jaci: A deusa da Lua e da Noite seria responsável pela magia e encanto dos homens. Teria sido criada por Tupã para dar beleza à Terra. Irmã de Iara (deusa dos lagos serenos), Jaci tornou-se esposa do próprio Tupã. Outras versões da mitologia indígena dizem que Jaci seria esposa e/ou irmã Guaraci, o deus Sol. Jaci é equivalente a Vishnu  dos hindus e Ísis dos egípcios. Guaraci (ou Quaraci): Guaraci é a representação do deus Sol, responsável pela luz, vida e pureza do planeta guerra, assim como Brahma (hinduísmo) e Osíris (egípcio). Yorixiriamori: Esse deus encantava as mulheres com seu belo canto, o que despertou a inveja dos homens que tentaram matá-lo. Por isso, ele fugiu para o céu sob a forma de um pássaro. É um personagem do famoso mito "A árvore cantante", dos índios Ianomâmis. Anhangá: Os jesuítas propagaram a imagem errônea de que Anhangá seria o equivalente ao Diabo da religião Cristã, porém, Anhangá (que significa espírito) seriam almas que vagam pela Terra, que podia assumir qualquer forma, mas que seria mais visto como um veado com olhos de fogo. Além disso, Anhangá seria o protetor dos animais, protegendo-os contra caçadores. Quando um animal consegue escapar miraculosamente durante uma caça, os índios atribuem tal façanha a Anhangá.  Jurupari: Filho da índia Ceuci, que após comer um fruto proibido para moças no período fértil (fruta mapati), ficou grávida miraculosamente, após o suco da fruta escorrer pelo seu corpo nu. Quando o conselho de anciãos soube da história de Ceuci, ela foi punida com exílio, onde teve seu filho, chamado Jurupari, enviado do deus Sol Guaraci, que teria como missão reformular os costumes e o modo de vida dos homens, que eram submetidos às mulheres. Visto como o grande Legislador, com 7 dias de vida já aparentava 10 anos de idade, e sua sabedoria atraiu as pessoas que ouviam seus ensinamentos enviados pelo deus Sol. Por sua vez, a história contada pelos jesuítas atribui Jurupari a uma espécie de demônio que visita os sonhos das pessoas, dando origem aos pesadelos, pois o ritual de Jurupari era o mais praticado na época da colonização. O ritual exclusivo para homens, inclui músicas com flautas, flagelações, tabaco e coca e alucinógenos.  Ceuci: Deusa da lavoura e das moradias, representada pela estrela mais brilhante da constelação de Plêiades. Quando na Terra, era mãe de Jurupari, o enviado do Sol/Guaraci, se submeteu ao novo método patriarcal das tribos. As mulheres não podiam participar dos rituais de Jurupari, pois os deuses matariam a intrusa. Certa vez, Ceuci com saudade de seu filho, aproximou-se dele durante um cerimonial, e foi quando ela foi atingida por um raio, enviado por Tupã. Jurupari, também filho do Sol, foi enviado para ressuscitá-la, mas não o fez para não desobedecer a lei dos deuses. Ele a acalmou dizendo que iria brilhar no céu, e encontrar o deus Guaraci, e nesse momento, Jurupari chorou. Por isso, quando faz Sol e chuva ao mesmo tempo, os índios dizem que o espírito de Jurupari está por perto.  Akuanduba: Uma divindade dos índios araras, toca a sua flauta para dar sustentação e ordem ao mundo, representando a harmonia divina. Wanadi: Uma divindade dos índios araras, toca a sua flauta para dar sustentação e ordem ao mundo, representando a harmonia divina.

A CRIAÇÃO DO MUNDO